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Archive for Novembro 2008

Mono 2.0 is out

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Today we released Mono 2.0 to the world. You can download sources and binaries from our download page. And our official release notes are up as well. This of course would not be possible without the open source contributors that worked tirelessly on Mono sending patches, fixing bugs, helping the community, answering questions, creating test cases and supporting us all these years.

Mono 2.0 is both a runtime for application and a kit for developers for writing applications with C# and other ECMA CLI languages for a wide spectrum of uses.

Big thanks go to the fantastic Mono team at Novell that has kept the excitement and the pace over all these years (we started in 2001), the large contributions from Mainsoft, Unity3D and our users that pushed us to fix bugs, implement new features and tune Mono. Also, we very much appreciate the work of the ECMA 334 and 335 committee members that worked on the CLI and C# specifications and everyone at Microsoft that answered our questions over the years and specially those that licensed code under open source licenses.

We originally started to work on Mono, because we wanted to make developers happier and more productive on Linux. We liked C#, we liked the CIL and we wanted to have those technologies available on our platform.

Since we have been active in the Linux Desktop world, it is not a surprise that the early use of Mono was mostly on Linux desktop applications, and Mono continues to shine there. Server-side use of Mono was a natural evolution and we soon were powering ASP.NET sites on Linux.

There is one area where we under-delivered in the past, and it has been a constant source of pain. Up until now, we did not have a working debugger. This has finally changed, and Mono 2.0 includes for the first time a debugger, the time for WriteLine() debugging is now behind us.

As the project matured, developers started taking advantage of Mono’s open source nature: essentially .NET on their own terms. A platform that could be adapted, morphed, ported and modified to suit many different uses. Today Mono is embedded in portable mp3 players and powers Unity3D’s game engine on the Apple iPhone, the Nintendo Wii, MacOS X and Windows (Some folks at Novell are working with Unity on bringing Unity3d to Linux!).

It has also been deployed to run code on large clusters of servers for SecondLife, powers our open source Silverlight implementation (Moonlight) and powers the popular DekiWiki: a Social Collaboration Tool.

Mono is a large project and it is hard to pick one feature to talk about as there are so many, so instead I put together a quick table of the major features that are part of this release:

Compiler Support .NET APIs Mono APIs
Mono’s Open Source Compilers:

  • Visual Basic 8 compiler.
  • Open Source Compilers:

    Commercial Compilers:

    • ISE’s Eiffel.
    • Microsoft’s C#.
    • Microsoft’s F#.
    • Microsoft’s VB.NET.
    • RemObject’s Oxygene (Object Pascal).

    And many more.

    Core API:

    • 2.0 core APIs.
    • System, System.Xml.
    • 3.5 System.Core.
    • System.Drawing.
    • System.DirectoryServices.
    • System.Web.Services.

    Windows.Forms 2.0:

    • Win32 driver.
    • Quartz/OSX driver.
    • Cairo/X11 Unix driver.

    ASP.NET 2.0:

    • Core ASP.NET.
    • ASP.NET AJAX.
    • Apache and FastCGI integration.

    ADO.NET 2.0 plus providers for:

    • Managed drivers: Postgresql, MS SQL Server, Sybase.
    • Semi-managed drivers: Firebird, IBM DB2, Oracle, Sqlite.
    • MySQL provides their own drivers.
    GUI APIs:

    • Gtk# (Unix, Windows, MacOS X).
    • Cocoa# (MacOS X).

    Mono Core:

    • Mono.Addins – Extensibility Framework.
    • Mono.Cairo – Cairo Graphics Binding.
    • Mono.Cecil – ECMA CIL Manipulation.
    • Xml.Relaxng.
    • Novell.Directory.Ldap
    • C5 – Generics Library.

    Linux Specific:

    Other Ecosystem Libraries:

    • Bit# – Bittorrent client/server library.
    • Mono.Fuse – User-space file systems.
    • Mono.ZeroConf – Bonjour stack.
    • Mono.Nat – Network Address Translation.
    • Mono.Upnp – Universal Plug and Play.
    • Tao Framework – OpenGL, OpenAL, SDL and Cg bindings.

    We have ported Mono to a wide variety of platforms and operating systems on this 1.0 to 2.0 cycle. These platforms include:

    • Linux (x86, x86-64, PowerPC32, Itanium, SPARC, ARM, s390, s390x.
    • Solaris (x86-64, SPARC).
    • MacOS X (x86, PowerPC32).
    • Windows (x86, support for x86-64 will come in Mono 2.2).
    • Nintendo’s Wii.
    • iPhone/iPod Touch (ARM, limited functionality due to licensing requirements; I will blog later this week about this).
    • *BSD (x86, x86-64).

    Escrito por Leandro Nalio

    Quinta-feira, 6 Novembro , 2008 em 14:33

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    Criando Arquiteturas Orientadas a Serviço com Java

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    A Sun Microsystems começou uma turnê pelos EUA para apresentar uma visão compreensiva das tecnologias e abordagens que ela recomenda para criar Arquiteturas Orientadas a Serviços com Java. Em Seattle, o apresentador foi Thomas Barrett, Especialista Técnico em SOA da Sun.

    A arquitetura alvo da Sun é uma plataforma para aplicações compostas que usa serviços reutilizáveis, sejam eles providos por terceiros ou construídos a partir de sistemas legados. A Sun introduz SOA como um:

    “Estilo arquitetural testado e rastreado para a construção de aplicações usando serviços disponíveis na rede (“A Rede é o Computador”)”

    A apresentação explica que SOA é melhor implementada com um ESB que provê adaptadores de recursos e canais, bem como algumas funcionalidades embutidas como transformação, segurança, logging, roteamento…

    A Sun apresentouintroduz as quatro camadas de uma Arquitetura Orientada a Serviços:

    • acesso (canais de entrega)
    • processo
    • serviço
    • recurso

    A Sun vê enxerga Web Services e REST como igualmente importantes para implementar uma Arquitetura Orientada a Serviços. Ela está investindo significativamente em REST com:

    • JAX-RS: Java API for RESTful Web Services
    • JSR 311 (Draft April 2007)
    • Jersey é a implementação de referência de código aberto

    A Sun também apresentou BPEL como sendo uma tecnologia crítica para SOA. O apresentador demonstrou um editor gráfico rodando no NetBeans 6.0 baseado em símbolos BPMN.

    A apresentação seguiu com uma introdução a JBI, que é a plataforma da Sun para Arquiteturas Orientadas a Serviços. O apresentador também demonstrou a nova capacidade de composição doa JBI, que é bastante similar a dacom a SCA. A Sun vê enxerga JBI como:

    • Uma forma de permitir aos desenvolvedores criar aplicações mais sofisticadas e atingir uma melhor integração com outras tecnologias da plataforma Java
    • Um “meta-container” padrão para serviços integrados

    A apresentação dá alguns detalhes sobre a especificação JBI 2.0:

    • Esclarece e aumenta o papel da JBI na criação, deployment e suporte em tempo de execução a aplicações compostas
    • Suporta tecnologias Web 2.0 e modelos de uso
    • Facilita otimizações de performance feitas por implementadores de componentes e containers
    • Melhora o alinhamento com Java EE (como o uso de transações, por exemplo)
    • Alinhamento-se com as especificações da Service Component Architecture (SCA) com o objetivo de tornar a JBI 2.0 um runtime padrão em Java para a SCA
    • Provê compatibilidade total com a plataforma de serviços em Java OSGi. de serviços em Java

    A apresentação inclui uma proposta de alinhamento entre SCA e JBI:

    • SCA considera a JBI útil por implementar a SCA na plataforma Java
    • JBI considera úteis os metadados de serviços da SCA por padronizar a composição de serviços em geral
    • SCA e JBI não são competidores já que elas focam em diferentes aspectos da composição de serviços

    A última seção da apresentação foca na oferta do OpenESB, sua relação com a Java CAPS (Composite Application Platform Suite) e os planos futuros para ele.

    Escrito por Leandro Nalio

    Quarta-feira, 5 Novembro , 2008 em 13:42

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    LucasArts quebra recorde de vendas com SW Force Unleashed

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    Star Wars: The Force Unleashed é o lançamento de maior sucesso da história da LucasArts. A companhia anunciou que foram vendidas 1,5 milhões de cópias mundialmente na primeira semana, o que o torna o produto de venda mais rápida da marca até hoje.

    “Ficamos impressionados com a resposta ao jogo”, diz em release o presidente da LucasArts, Darrell Rodriguez. A companhia diz que não esperava um sucesso tão grande para o jogo, e por isso decidiu aumentar o estoque do jogo nas lojas, que começou com 4,3 milhões de unidades mundialmente.

    Star Wars: The Force Unleashed está disponível para PS3, PS2, Xbox 360, Wii, DS e PSP.

    Escrito por Leandro Nalio

    Quarta-feira, 5 Novembro , 2008 em 0:50

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    Urnas falham, de novo, nos Estados Unidos

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    As eleições americanas que acontecem nesta terça (4) foram marcadas, mais uma vez, por falhas em urnas eletrônicas.

     

    Nos Estados Unidos, cada Estado tem autonomia para decidir como realizará as eleições e que tipo de urna usará.

    Há modelos que usam papel, cartões perfuráveis, PCs com telas sensíveis ao toque e urnas com botões de plástico, similares às usadas no Brasil.

     

    Ao longo do dia, a Justiça americana apontou problemas com urnas eletrônicas nos Estados da Flórida, Ohio, Pensilvânia e Virgínia. Nestas regiões, além de várias urnas não funcionarem outras apresentaram defeitos como a perda de conexão com os servidores que armazenam os votos.

     

    Quando o sistema eletrônico falha, os mesários então vão buscar cédulas de papel. O temor da Justiça americana é que as falhas afastem eleitores, pois quando há erros na sessão eleitoral ocorrem atrasos na votação e filas maiores.

     

    Muitos americanos ao se deparar com as filas simplesmente desistem de votar, já que o voto não é obrigatório no país.

     

    As falhas ocorrem pela terceira eleição presidencial seguida, já que houve problemas similares em 2004 e 2000, quando o atual presidente George Bush derrotou, respectivamente, os democratas Al Gore e John Kerry.

    Escrito por Leandro Nalio

    Quarta-feira, 5 Novembro , 2008 em 0:46

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    Medo da crise? Abra a empresa ao open-source

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    Com a economia mundial balançando, muitas empresas baixam as velas dos barcos na expectativa de tormenta. Sendo assim, o orçamento de TI deve diminuir, assim como todos os demais, talvez com o agravante de o negócio não viver sem publicidade, por exemplo, mas sobreviver sem determinados softwares, pelo menos um período. E é aí que os fornecedores de softwares open-source podem ajudar a manter os barcos navegando.

    Atualmente estão no mercado muitos produtos open source que são tão ricos, confiáveis, úteis e fáceis de usar quanto as versões proprietárias. Alguns vão argumentar que são ainda melhor do que os softwares de código fechado. Existem muitos exemplos nesse espaço. Esse artigo, por exemplo, foi escrito no recentemente lançado Open Office 3 word processor, que é tão poderoso quanto o Office da Microsoft. E isso é o mesmo que ocorre na maioria dos setores de software. Precisa de uma máquina virtual? O VirtualBox está aí para te salvar. Precisa de um sistema de gerenciamento de conteúdo? Tente o WebGUI. Precisa de um substituto para o Windows nos desktops? Que tal o Ubunto? Precisa de um sistema de gerenciamento de relação com clientes? Para isso existe o SugarCRM. A lista é extensa.

    Mas aqueles que nunca passaram por essa experiência podem responder: “Nunca ouvi falar do produto X”. Ou, “Certo, mas eu preciso de suporte profissional!”. Você pode se surpreender ao saber que todos os produtos listados acima têm uma companhia por trás que provê suporte profissional e serviços; O Open Office e o VirtualBox são suportados pela Sun Microsystem. O WebGUI é suportado pela Plain Black. O Ubunto, pela Canonical. E o SugarCRM pela, adivinhe, SugarCRM. E se você não tinha ouvido falar deles antes, pronto, agora você já ouviu!

    Aplicações open source têm uma coisa central que os rivais não têm: licença grátis. Certamente você ainda terá os custos com o suporte, instalação e possivelmente custos de hospedagem; mas o terá com soluções proprietárias também. A diferença é que você poupará os recursos que teria gasto em licenças. Pior ainda se seu orçamento for baixo, porque talvez – ao gastar com licenças – terá que arcar internamente com o suporte. No final das contas, às duas horas da tarde de sexta quando os servidores caírem, não será uma boa saber que ainda tem fundos para pagar especialistas para colocá-los em funcionamento novamente?

    JT Smith é um guru de open source e presidente da Plain Black Corp, desenvolvedora e distribuidora do WebGUI. E palestrante pelo mundo sobre gerenciamento de conteúdo na web.

    Escrito por Leandro Nalio

    Quarta-feira, 5 Novembro , 2008 em 0:29

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